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Papéis e permissões

Nem todo mundo da clínica precisa ver tudo. A estagiária da recepção não precisa acessar relatório de faturamento, e o marketing não precisa abrir conversa de paciente com resultado de exame.

Esta página é para quem decide isso: gestor, coordenadora ou dono da clínica.

Atendente

Trabalha nas conversas. Vê a fila, responde paciente, atribui, transfere, aplica etiquetas e usa respostas prontas (inclusive criando as suas). Não mexe em configuração da conta nem em quem tem acesso.

Gerente

Faz tudo o que o atendente faz e mais: cria e organiza as etiquetas, gerencia os membros dos times e enxerga a lista de caixas de entrada. É o papel da coordenadora de recepção, que precisa organizar a operação sem poder mexer na estrutura da conta.

Administrador

Acesso completo. Além do que o gerente faz: cria e exclui times, configura as caixas de entrada e o horário de funcionamento, gerencia quem tem acesso e vê toda a área de configurações.

Atendente Gerente Administrador
Atender conversas Sim Sim Sim
Criar respostas prontas Sim Sim Sim
Criar e excluir etiquetas Não Sim Sim
Gerenciar membros dos times Não Sim Sim
Criar e excluir times Não Não Sim
Horário de funcionamento Não Não Sim
Gerenciar acessos da equipe Não Não Sim

Além dos papéis prontos, é possível criar papéis personalizados: você dá um nome, uma descrição e escolhe exatamente quais permissões aquele papel libera. Depois esse papel é atribuído às pessoas da equipe.

As permissões disponíveis são estas seis.

Libera acesso a toda a fila: as conversas da pessoa, as das colegas e as que ninguém pegou. Ela pode abrir, responder, atribuir, transferir e resolver qualquer conversa.

É a permissão mais ampla do atendimento. Quem tem isso enxerga conversa de qualquer paciente da clínica, inclusive assuntos delicados que estavam sendo tratados por outra pessoa.

Gerenciar conversas não atribuídas e atribuir a si

Seção intitulada “Gerenciar conversas não atribuídas e atribuir a si”

A pessoa vê as conversas dela e as que ainda não têm dono, e pode puxar essas últimas para si.

É a permissão desenhada para recepção que trabalha em fila: cada uma pega o próximo da lista, atende, e não fica lendo o atendimento das outras.

O acesso mais restrito. A pessoa só enxerga conversas atribuídas a ela ou nas quais ela foi incluída como participante. A fila geral fica invisível.

Serve para quem entra na conversa por exceção: um profissional que responde uma dúvida técnica pontual, alguém em treinamento, um prestador externo.

Libera a base de contatos: abrir a ficha do paciente, editar telefone, e-mail, dados cadastrais e atributos, e organizar a base.

Pense duas vezes antes de distribuir. É onde está o cadastro completo da base de pacientes da clínica.

Libera os relatórios: volume de conversas, tempo de resposta, desempenho por atendente e por time, satisfação.

Interessa a quem cobra resultado. Não interessa a quem só atende.

Libera o portal público de artigos.

Sugestões de ponto de partida para papéis reais de clínica. Ajuste ao seu caso.

  • Gerenciar conversas não atribuídas e atribuir a si
  • Gerenciar contatos

Ela precisa pegar o próximo paciente da fila e atualizar o cadastro de quem ligou. Não precisa de relatório nem de acesso ao atendimento das colegas.

Papel de gerente, ou um papel personalizado com:

  • Gerenciar todas as conversas
  • Gerenciar contatos
  • Gerenciar relatórios

Ela precisa acompanhar a fila inteira, redistribuir quando alguém falta, resgatar conversa parada e olhar tempo de resposta da equipe. O papel de gerente entrega isso e ainda deixa ela organizar as etiquetas e os membros dos times, sem risco de mexer na estrutura da conta.

Papel de administrador.

Ele precisa mexer em equipe, times, horário de funcionamento e configuração da operação. Se ele não vai mexer em nada disso e só quer acompanhar números, um papel personalizado com gerenciar todas as conversas e gerenciar relatórios já resolve, e é mais seguro.

  • Gerenciar só as conversas em que participa
  • Gerenciar contatos, apenas se for essa área que mantém o cadastro

O financeiro costuma entrar em conversas específicas de cobrança e negociação, quando alguém encaminha. Não precisa varrer a fila clínica.

  • Gerenciar relatórios

Marketing quer volume de contatos, origem, taxa de resposta e resultado de campanha. Isso está no relatório.

Função Papel sugerido Conversas Contatos Relatórios
Recepcionista Atendente ou personalizado Não atribuídas e atribuir a si Sim Não
Coordenadora de recepção Gerente Todas Sim Sim
Gestor ou dono Administrador Todas Sim Sim
Financeiro Personalizado Só as que participa Conforme o caso Não
Marketing Personalizado Nenhuma Não Sim

Algumas coisas envolvem a estrutura da conta ou o comportamento da IA. Nesses casos, abra um chamado com o suporte da Auris:

  • Criar ou conectar um canal de WhatsApp ou Instagram.
  • Mudar o comportamento da IA: o que ela responde, quando transfere para humano, o que ela pode ou não falar.
  • Alterar dados do canal que o paciente vê, como nome e foto do perfil da clínica.
  • Liberar recursos que não aparecem no seu painel, como Central de Ajuda ou prazos de resposta.
  • Recuperar acesso de alguém que perdeu o celular com a verificação em duas etapas.

Menor acesso necessário. Comece pelo mínimo e amplie quando a pessoa esbarrar em uma parede real. O caminho contrário, dar tudo e depois tirar, nunca acontece na prática.

Um acesso por pessoa, sempre. Login compartilhado apaga o rastro de quem respondeu o quê, inviabiliza relatório por atendente e quebra a distribuição automática. Se hoje existe um “login da recepção” usado por três pessoas, peça à Auris para separar.

Revise quando alguém sai. No mesmo dia. Avise a Auris para remover o acesso. Trocar a senha da pessoa não é suficiente, porque o acesso continua existindo na conta.

Revise quando alguém muda de função. Quem saiu da recepção para o administrativo provavelmente não precisa mais ver a fila inteira de conversas.

Revise o quadro a cada seis meses. Abra a lista de pessoas com acesso e pergunte, uma a uma: essa pessoa ainda trabalha aqui e ainda precisa disso?

Trate acesso a conversa como acesso a prontuário. É informação de saúde de paciente identificado. O critério para liberar deve ser o mesmo que a clínica usa para o sistema clínico.